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Seguro de vida empresarial vale a pena?

Seguro de vida empresarial – Você sabe o que essa modalidade de seguro de vida oferece ao servidor? Sabia que a empresa que disponibiliza esse benefício tem destaque no mercado? Leia o nosso blog e descubra as vantagens desse serviço!

Seguro de vida empresarial, individual, seguro de vida familiar e resgatável são algumas das modalidades de seguros oferecidas hoje. Muita gente não sabe, mas existem distinções entre essas modalidades e que elas fazem toda a diferença para quem contrata o serviço. Afinal, será que existe um seguro de vida ideal para você? Qual a diferença entre eles e como decidir qual é o melhor para a sua empresa?

Você já deve ter trabalhado, ou pelo menos ter passado por uma seleção, em uma empresa que oferecia o seguro de vida como um dos benefícios da instituição e caso pare para reparar, isso tem se tornado muito comum; empresas zelando pelo bem estar de seus funcionários através do seguro de vida empresarial.  O que muitos ainda se questionam é se realmente é um serviço viável tanto para o trabalhador quanto para a empresa, afinal existe muita dúvida quando o assunto é seguro de vida.

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O que é um seguro de vida empresarial?

Um seguro de vida empresarial é o serviço contratado e oferecido por instituições para certificar que seus funcionários sejam assistidos caso ocorram eventualidades. Além de assistir ao funcionário, um seguro de vida em grupo dá suporte às famílias, zelando pela boa relação funcionário e empresa. É um benefício que traz segurança para o servidor enquanto destaca a empresa no mercado. Normalmente, seguros de vida nesse formato cobrem ocorrências como invalidez por acidente, invalidez por doença, morte natural, despesas hospitalares, morte acidental, mas todas com suas especificidades referentes a cada empresa e até ao cargo do funcionário.

Os seguros de vida costumam se adaptar às realidades. Com a chegada do novo Coronavírus, de acordo com a Superintendência de Seguro Privado (Susep),  muitas seguradoras optaram por cobrir ocorrências associadas à Covid-19, resultando no valor de R$ 1 bilhão de reais em indenizações. Por mais que os valores que giram em cima desse mercado sejam altos, o Brasil ainda oferece certo bloqueio na adesão de seguros de vida, o que difere dos Estados Unidos, Japão e boa parte da Europa.

Países mais desenvolvidos entendem que o bem estar do funcionário influencia no serviço que ele irá prestar à empresa, oferecendo o suporte necessário para que ambos saiam ganhando nessa relação.

Alguns autores da psicologia entendem a segurança como uma necessidade primordial para o ser humano; temos necessidade de sentir segurança na rua, nas relações e também no trabalho, logo uma instituição que se preocupa e preserva a saúde e a segurança, se importa com a prevenção de acidentes e entende a necessidade do prestador de serviço de sentir-se seguro, irá oferecer um seguro de vida.

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Qual seguro oferecer?

A grande diferença está na especificação já que os seguros de vida em grupo atendem necessidades gerais, mais rotineiras em um grupo, e o seguro de vida individual atende particularidades de apenas um indivíduo.

O seguro de vida empresarial ou em grupo, normalmente oferecido pelo empregador, atende as particularidades e possíveis transtornos que aquele ambiente de trabalho possa oferecer, mas não deixa de atender eventualidades do dia a dia. Pensando na realidade de um frigorífico por exemplo, seria mais conveniente oferecer um seguro de vida que cobrisse acidentes com facas e problemas posturais, que podem ser os riscos mais recorrentes, certo?

o seguro de vida individual costuma ser uma relação do segurado com a seguradora; algo mais direto. Essa opção dá a possibilidade de uma cobertura vitalícia, onde a validade do seguro é para sempre. Na opção individual fatores como idade, sexo, profissão e condições de saúde já existentes são levados em consideração, alterando o valor do contrato. Um bom exemplo é quando consideramos o seguro de vida para idosos, já que a maioria das seguradoras possui um limite de idade pra que o seguro seja contratado.

Lembra do exemplo do frigorífico dado acima? Ambas as modalidades atenderiam, porém uma seria mais eficaz, concorda? A existência das várias modalidades possibilita que o indivíduo e/ou a instituição avalie e escolha o que melhor se encaixa às suas necessidades. As empresas ainda são livres para decidir se irão oferecer o benefício ao funcionário ou não, mas recentemente um projeto de lei foi apresentado no Piauí visando tornar obrigatória a contratação do seguro de vida para policiais civis e militares, ou seja, as instituições já começaram a perceber que existe a necessidade do cuidado para com o contratado.

Afinal, ter um seguro de vida empresarial é uma boa?

Há quem prefira não optar pelo serviço alegando não ser uma boa opção, mas oferecer um seguro de vida para seus servidores pode gerar grandes benefícios. Disponibilizar tal benefício ao servidor gera valor, criando alta concorrência, transformando a empresa em objetivo profissional dos candidatos.  Pensando bem, qual empresa não gostaria de ter candidatos desejando trabalhar para ela? Com isso, torna-se possível a escolha de profissionais altamente qualificados.

Para o funcionário, trabalhar onde sua saúde e segurança são zeladas é uma decisão muito mais fácil de ser tomada. O seguro de vida empresarial pode ser o diferencial avaliado por um candidato altamente requisitado na hora de escolher o novo emprego. O empregado consegue trabalhar com a garantia de que ele e sua família estão sendo assistidos.

Convenhamos; segurança gera bem estar e bem estar no ambiente de trabalho é garantia de rendimento.

Shirtes Pereira, 60, é técnico em edificações e bacharel em administração de empresas e economia(82/84). Em 1979 começou a trabalhar na Itáu Seguradora se tornando empresário oito anos depois, em 1987. Shirtes também é professor da Escola Nacional de Seguros (FUNENSEG) onde atua desde 2000. É também fundador e mentor do Clube dos Corretores de Seguros da Região de Rio Preto (CORRERP). No seu vasto currículo, conta também com a diretoria regional de Rio Preto do SINCOR-SP (98/2007) e coordenador da comissão técnica da PROMESEG(2007/2014). Além de coordenador e palestrante do Programa Cultura Seguro (2002/2003).

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